Portal UOL Educação, 20/08/2009

Da Redação em São Paulo



A Câmara aprovou nesta quarta-feira (19) a regulamentação da profissão de pedagogo. O texto prevê que apenas quem tiver graduação em pedagogia poderá exercer a profissão. A medida passou na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania), em caráter conclusivo e deve seguir para análise do Senado, caso não haja recurso para votação em plenário. O texto diz ainda que quem tiver pós-graduação na área, porém, sem o curso de graduação, poderá exercer funções de administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional na educação básica. O relator da matéria na CCJ, deputado Jefferson Campos (PTB-SP) afirma que "a profissão já está regulamentada" e que a proposta "apenas atualizou e complementou a regra vigente sobre essa matéria". O deputado referia-se a dispositivos da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), especialmente ao que determina que "a formação de profissionais de educação para administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional para a educação básica, será feita em cursos de graduação em pedagogia ou em nível de pós-graduação". A principal inovação do texto aprovado em relação ao original é a supressão da previsão de um órgão de fiscalização da profissão. Entendeu-se que a fiscalização feita pelo Ministério da Educação e pelas secretarias estaduais e municipais de educação é suficiente para coibir os desvios. Atividades exclusivas - Entre as atividades que passam a ser exclusivas do pedagogo estão:
•a elaboração e o acompanhamento de estudos, planos, programas e projetos da área de educação, ainda que não escolares;
•gestão educacional nas escolas e nas empresas de qualquer setor econômico;
•a administração, o planejamento, a inspeção, a supervisão e a orientação educacional nas escolas;
•o recrutamento, a seleção e a elaboração de programas de treinamento e projetos técnico-educacionais em instituições de diversas naturezas.

Reforma ortografica

Postado por Profª Gisele Lira | 17:12 | 16 comentários »

É pela sala de aula que a mudança deve mesmo começar, afirma o embaixador Lauro Moreira, representante brasileiro na CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa). "Não tenho dúvida de que, quando a nova ortografia chegar às escolas, toda a sociedade se adequará. Levará um tempo para que as pessoas se acostumem com a nova grafia, como ocorreu com a reforma ortográfica de 1971, mas ela entrará em vigor aos poucos."
Enquanto isso a tecnologia vai dando uma mãozinha pra gente, né pessoal.Veja mais

Tecnologias aliadas à Educação

Postado por Profª Gisele Lira | 09:49 | 22 comentários »

As novas tecnologias da informação e comunicação invadem nosso cotidiano. Estão presentes em todo lugar e já não sabemos viver sem fazer o uso. Acostumamos e achamos tão naturais que não percebemos o quanto de estudo está por trás, até que chegassem em nossas mãos. Não se restringem apenas a equipamentos e produtos e são capazes de alterar comportamentos, de transformar a maneira de pensar, de agir, de se comunicar e de adquirir conhecimento. Vivemos um momento com grandes saltos tecnológicos, com novas formas e possibilidades. E, o grande desafio de quem lida com Educação, é acompanhar tantas transformações que exigem da sociedade um novo olhar para o mundo digital que emerge. O professor tem um papel fundamental nesse processo. O professor dessa nova era, tem de ser um professor colaborador no processo ensino-aprendizagem, promovendo a interação através da interatividade em sala de aula. Não precisa ensinar a utilizar um recurso, um software, mas sim, criar estratégias para utilização do mesmo. Não cabe mais a transmissão de informação e sim, a construção do conhecimento. Por isso, no Objetivo os professores estão em treinamento e desenvolvimento constantes. Cursos de atualização para o uso das tecnologias e projetos interdisciplinares fazem parte desse processo. Também não basta entender as tecnologias e seus usos, mas as suas diferentes linguagens. Uma delas é a linguagem hipermididática (que mistura de imagem, som, vídeo, texto), caracterizada pelas formas não lineares de apresentação da informação. A Internet é um meio de informação que oferece vários caminhos para construção do conhecimento e, a leitura hipermidiática permite ao usuário o acesso direto a um determinado assunto, sem que haja contato com o todo, sem perder o sentido na informação. Essa nova linguagem é muito conhecida pelos nossos alunos, pois é parte da nova geração “Geração Conteúdo, Conectividade”. Por isso, o Objetivo acredita e incentiva o uso das tecnologias e suas potencialidades.

Christianne Fernandes

Coordenadora de Educação Digital do Objetivo

Palestra Dislexia

Postado por Profª Gisele Lira | 13:36 | 4 comentários »


O termo Dislexia apesar de muito discutido, ainda, causa certo temor entre professores.
A fim de aprofundar melhor os conhecimentos, foi promovido pela Profª. Drª. Gisele Lira, uma palestra sobre o tema Dislexia, com a fonoaudióloga Drª. Lorena Bertucci. Participaram dessa palestra os alunos das Faculdades cathedral do 5º semestre de Pedagogia.
A Palestra foi muito produtiva e, com certeza, muito contribuiu para a formação das acadêmicas enquanto futuras professoras.
Parabéns à todos os participantes.

Segundo pesquisas, alunos que trabalham têm notas menores e filhos de mães que estudaram vão melhor, tanto em escolas públicas quanto em particulares. Essas são algumas das conclusões de pesquisa realizada pela economista Ana Maria de Paiva Franco, da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP), divulgada no Diário Oficial de São Paulo desta quinta-feira (16). A economista queria saber qual era o impacto que as condições socioeconômicas do aluno, da família e da escola exerciam sobre o aprendizado. Ela analisou dados do Censo Escolar e do Saeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica) de 1.584 escolas públicas e 978 privadas, entre 1997 e 2005.
Segundo o levantamento, o estudante que trabalha tem até 12 pontos a menos em escolas particulares e 7 a menos em públicas. Alunos cujas mães fizeram primário têm três pontos a mais em relação aos filhos de mães sem estudos; e a pontuação se eleva de acordo com o grau de formação da mãe. Segundo Ana, isso rendatem a ver com o fato de que a familiar tem relação direta com o nível de escolaridade materno. O resultado dos alunos de colégios grandes foi inferior ao de estudantes dos demais, o que sugere, de acordo com a pesquisadora, que é preciso chegar a um "tamanho ótimo" de escola: para isso, será necessário haver mais estudos. O levantamento destaca ainda o impacto negativo no desempenho de estudantes que se declararam negros: eles tiveram notas 14% menores em escolas particulares e 6% mais baixas em públicas.
Folha de São Paulo, 17/04/2009 - São Paulo

O novo supervestibular

Postado por Profª Gisele Lira | 11:29 | 3 comentários »

Sete reitores das cinco regiões brasileiras participarão, com o Ministério da Educação (MEC), das discussões sobre a proposta do novo vestibular unificado para as universidades federais. Ontem, o ministro da Educação, Fernando Haddad, recebeu da Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) os nomes dos representantes que vão compor um comitê que definirá as regras da seleção. O grupo terá, além do MEC e da Andifes, um integrante do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e um do Fórum de Pró-reitores de Graduação (Forgrad). Compõem o comitê os reitores Roberto Ramos, da Federal de Roraima (Região Norte), Damião Duque de Farias, da Federal da Grande Dourados (Mato Grosso do Sul, região Centro Oeste), Naomar Monteiro, da Federal da Bahia (Nordeste), Álvaro Prata, da Federal de Santa Catarina (Sul) e Malvina Tuttman, da Federal do Rio de Janeiro (Sudeste). Farão parte também a pró-reitora de graduação da Federal de Goiás, Sandramara Matias Chaves, que preside o Forgrad, e o presidente da Andifes e reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Amaro Lins.
“Esperamos ter a primeira reunião desse comitê já na próxima semana”, afirmou Amaro Lins. Segundo ele, o MEC prometeu enviar, ainda esta semana, o termo de referência, documento em que o governo federal explicitará o projeto do vestibular unificado. “Cada universidade deve iniciar, na próxima semana, as discussões internas sobre o novo vestibular. O assunto precisa ser bastante debatido, sem pressão com prazos”, observou Lins. Os reitores das 55 federais se encontrarão, em Brasília, no final de abril (dias 28 e 29), para apresentar o resultado dos debates em suas universidades.

PROVA - A proposta do MEC é substituir os atuais vestibulares pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será reestruturado e passará a ter 200 questões. Com uma nota única, o estudante poderá concorrer a até cinco cursos em cinco instituições diferentes. Estudam nas federais atualmente cerca de 600 mil alunos, segundo Lins. A previsão do MEC é que o vestibular unificado 6 milhões de estudantes, que concorrem a 227 mil vagas oferecidas pelas 55 universidades