Olá Pessoal!! Vamos comunicar aqui o nosso conhecimento.
Qual a relação existente entre o vídeo A mudança Aconteceu e o texto de Moran - Internet na Educação.
Governo suspende vale-presente para alunos de SP
Postado por Profª Gisele Lira | 15:00 | 27 comentários »JULIA BAPTISTA - Agência Estado
A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo informou que decidiu adiar a implantação do projeto que previa pagamento de vale-presente a alunos da rede pública de ensino que fizessem e dessem aulas reforço de matemática. A entrega do benefício foi adiada "temporariamente", pois, segundo a assessoria de imprensa da pasta, o projeto "gerou certa polêmica". A equipe da secretaria está "revendo conceitos". Ainda não há data prevista para o pagamento do vale- presente. Na sexta-feira, a secretaria informou que o governo de São Paulo pagaria vale-presente de R$ 50 a estudantes que frequentassem aulas de reforço de matemática. O programa previa que alunos dos 2º e 3º anos do Ensino Médio com bom desempenho na matéria recebessem bolsa-auxílio para ser tutores de alunos dos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental. Aos tutores seria oferecida uma bolsa mensal de R$ 115 pelos três meses de duração do programa. A iniciativa foi fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Educação, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), professores da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadores da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O investimento total no programa será de US$ 663 mil, sendo US$ 130 mil da secretaria, US$ 200 mil do BID e US$ 333 mil de parceiros
SP paga R$ 50 a aluno que for a reforço de matemática
Postado por Profª Gisele Lira | 14:56 | 22 comentários »Projeto abrange estudantes de 6º e 7º ano com dificuldade na disciplina. "Vale-presente" começa a ser testado com 1.200 alunos da rede estadual; dinheiro será entregue para o próprio aluno
O Governo de São Paulo vai pagar até R$ 50 a alunos do ensino fundamental (11 e 12 anos) com notas baixas que participem de aulas de reforço em matemática -disciplina em que os resultados da rede estadual são piores. O dinheiro será dado diretamente ao estudante, e não a sua família. O valor é proporcional à presença nas atividades, realizadas duas vezes por semana, em sessões de 90 minutos, por três meses. Se não faltar nenhuma vez, o aluno ganha R$ 50 ao final do período. Educadores ouvidos pela reportagem mostraram opiniões diferentes sobre o tema. Os mais críticos dizem ver um estímulo para que o aluno tire nota baixa pensando na possibilidade de ganhar o dinheiro e um combate equivocado do problema.
Para outros, trata-se de um bom incentivo para comparecimento ao reforço. O pagamento a alunos com dificuldade integra o projeto da Secretaria da Educação em que 400 bons estudantes do ensino médio da rede estadual darão tutoria (atividades de reforço) em matemática para 1.200 alunos do 6º e 7º anos. A gestão Alberto Goldman (PSDB) decidiu dar o "vale-presente" aos alunos com notas baixas para estimular a presença às atividades, que não são obrigatórias. Durante o desenvolvimento do projeto, levantou-se a possibilidade de que houvesse muitas faltas dos estudantes e até mesmo desistências. Chegou-se a pensar em sorteios de notebooks. O reforço começa no mês que vem. O projeto é piloto e pode ser ampliado. A rede tem 4,2 milhões de alunos.
MÉDIAS BAIXAS - Exames estaduais e nacionais mostram que matemática é o ponto mais crítico do ensino público, tanto em São Paulo como no país. Na última avaliação paulista, chegou a haver recuo na média no ensino médio. A Folha conversou com professores da rede, que mostraram preocupação com o pagamento aos alunos. A principal é que eles poderão tirar notas baixas apenas para integrar o reforço e ganhar o dinheiro. Os participantes do projeto serão escolhidos com base nas notas do Saresp e boletins escolares. As inscrições começaram no dia 4 e terminam hoje, no site www.multiplicandosaber.org.br. Para isso, é preciso que a escola do estudante tenha sido uma das 441 escolhidas. Os estudantes-tutores ganharão bolsa de R$ 115. O projeto é financiado pelo governo, Banco Interamericano de Desenvolvimento e parceiros. Também participam a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e docentes da USP
ROGÉRIO PAGNAN / FÁBIO TAKAHASHI DE SÃO PAULO
O Globo, 09/07/2010 - Rio de Janeiro RJ
O panorama traçado pelo cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para todo o país em 2009 traz uma notícia ruim e duas boas. A negativa não surpreende: na média, continuamos deficientes, principalmente no ensino público, em que os alunos, em geral, ainda estão muito distantes de um estágio razoável de aprendizado, capaz de dar esperanças concretas de que o país será mais competitivo no mundo globalizado, onde conhecimento é fator-chave de produção. A primeira constatação positiva é que a situação já foi pior. Nos anos iniciais do ciclo básico, da 1ª à 5ª série, a nota média foi de 4,6, um ponto maior que o resultado de 2005. Avança-se, portanto, em direção à meta estabelecida para 2021 de o Brasil chegar à nota 6, alcançada por países desenvolvidos em 2003, numa avaliação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os objetivos fixados para 2009 foram alcançados; em alguns casos, ultrapassados.
Começa a dar resultado, portanto, a política de envolvimento do Executivo federal na educação básica, tradicionalmente deixada sob a responsabilidade exclusiva de estados e municípios. Com o Programa de Desenvolvimento da Educação, o governo federal passou a liberar recursos para a Federação e a trabalhar de maneira compartilhada em busca de metas.
Outra notícia positiva é que há centros de excelência em escolas públicas do ciclo básico, em que as notas do Ideb são de Primeiro Mundo. A escola municipal Aparecida Elias Draibe, de Cajuru, interior de São Paulo, é a escola pública com o ensino básico mais bem avaliado do país, com nota 9, obtida pelos alunos das séries iniciais do ciclo. No Rio, a melhor é a Escola João de Deus, no subúrbio da Penha, com 7,8 - quase dois pontos acima da meta de 2021 -, 32 colocada no Ideb, calculado para 1.146 municípios, do total de 5.564. Há pontos comuns nos dois casos. O envolvimento dos professores é um deles. A formação é outro aspecto de destaque. Em Cajuru, por exemplo, todos têm que cursar Pedagogia. Não se desprezam, também, métodos tradicionais de ensino, como ditados e o incentivo à leitura. Não, há, portanto, fórmula misteriosa de como fazer a revolução de que o Brasil necessita, já realizada em países como a Coreia do Sul, pobre na década de 50, e que, por acertar ao priorizar nos gastos públicos a educação, nos passou em renda per capita e outros indicadores. O desafio é replicar o método país afora.
O professor, um dos polos da questão, é elemento-chave a ser conquistado. Não é simples, pois o forte sentimento de corporação dos profissionais costuma ser um empecilho à modernização do ensino público. E não só no Brasil. Nos Estados Unidos tem havido grande desconforto de sindicatos de professores, tradicionalmente ligados aos democratas, com o governo Barack Obama, defensor de programas de avaliação do professorado e remuneração por mérito. Quando se observam as estatísticas desagregadas, não as médias, vê-se a dimensão da crise do ensino: há desníveis entre escola pública e particular - esta em níveis aquém das congêneres de países desenvolvidos - e entre regiões, como o Norte e Nordeste, muito mal situados, o que não surpreende. Mas o caminho para a mudança radical deste quadro começa a ser percorrido. É preciso, porém, continuidade, independentemente do governo da vez, em Brasília, estados e municípios.
O desempenho dos alunos no Saeb/Prova Brasil, em conjunto com a taxa de aprovação, compõe o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que foi divulgado pelo MEC (Minitério da Educação) na tarde desta quinta (1). De modo geral, os três níveis avaliados alcançaram as metas estabelecidas.
A primeira etapa do ensino fundamental (1ª à 4ª série) ficou com nota média de 4,6. A segunda etapa (5ª a 8ª série), ficou com 4,0; o ensino médio, por sua vez, teve média 3,6. As médias, apesar de "vermelhas", estão acima das metas traçadas pelo governo para o ano de 2009, que eram de 4,2, 3,7 e 3,5, respectivamente. A nota é medida numa escala que vai de 0 a 10. SAIBA MAIS AQUI
Letra feia não é só pressa ou preguiça. Pode ser disgrafia
Postado por Profª Gisele Lira | 18:02 | 0 comentários »Transtorno de aprendizagem afeta a capacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números.
Assim como em outros transtornos de aprendizado, o tratamento da disgrafia é multidisciplinar e envolve neurologistas, psicopedadogos, fonoaudiólogos e terapeutas.
Com os cadernos de caligrafia fora de moda nas escolas, a letra ilegível deixou de ser marca registrada apenas de médicos e apressados. Atraídos pelo computadores, crianças e jovens tendem a exercitar pouco a letra cursiva - antes treinada à exaustão nas folhas milimetricamente pautadas. Assim, a hora da escrita pode virar um tormento: tanto para quem escreve quanto para quem lê. Nas crianças em idade de alfabetização, no entanto, a atenção de pais e professores deve ser redobrada. Letra feia no caderno pode não ser apenas falta de jeito com o lápis ou caneta, mas, sim, um transtorno de aprendizagem conhecido como disgrafia, que afeta a capacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números. O centro do problema está no sistema nervoso, mais precisamente nos circuitos neurológicos responsáveis pela escrita.
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